Sobre Ciclos e Desenvolvimento. Você ajuda ou vive a vida do outro?

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Fala linda gente, tudo bem?

Eu iria fazer uma reflexão hoje a respeito do sentimento de rejeição, maaaas… depois de um tempão, fiz um retorno de consulta com o Dr. Rubens, médico ortomolecular bom pacas e durante a consulta, que foi mais um bate papo, ficamos conversando sobre as pessoas e seus ciclos de desenvolvimento, portanto, deixarei a reflexão sobre rejeição para a próxima e hoje irei falar sobre ciclos… Reflita e veja se faz sentido.

Imagine, apenas por um instante, o momento que você nasceu, cresceu, foi para a escola, facul, namorou e casou…. Tudo isso deu-se em processos, que só você passou. Em última instância, você desenvolveu-se. E estamos constantemente nos desenvolvendo, mas não fomos educados a desenvolver nossa mente também, ou ainda, não da forma que deveria ser.

Se você pensar dessa forma irá perceber, que todos passamos ou estamos passando por ciclos e/ou processos de desenvolvimento e que durante esses processos apareceu e ainda irá aparecer pessoas pra nos ajudar, sejam professores, amigos, familiares, nada é por acaso e em cada situação, sempre haverá alguém que, mesmo que você não saiba e nem ela, estará ali ajudando. Essa ajuda pode ser concreta, ou como acontece muitas vezes sútil. O mais importante é você reconhecer esse processo de desenvolvimento.

Mas, por mais que haja ajuda necessária, o processo é único e exclusivamente SEU e de mais ninguém, porque todo mundo está no seu processo também, alguns mais engajados que outros, mas ainda sim no mesmo ciclo.

O que estou querendo pontuar, é que não adianta você fugir de sua responsabilidade para com a vida, não adianta querer empurrar a situação com a barriga, pois ela ficará lá até que você possa superá-la. Não dá pra sair andando de bicicleta, sem você não aprender antes a se equilibrar.

Portanto, temos que nos tornar conscientes de que tudo o que passamos, é pra de alguma forma nos ajudar a desenvolver alguma característica que está em nós, que nós ainda nem sabemos qual ela seja, pode ser paciência, resiliência e assim por diante.

E o mais importante, é de reconhecer que as pessoas que estão a nossa volta, pode nos ajudar, mas não é da responsabilidade deles passar por esse processo. Isso é o mais importante.

Quando não nos responsabilizamos e tomamos a rédea de nossa própria vida, ficamos estagnados e além disso, podemos ainda prejudicar a vida de quem está ao nosso redor para poder nos ajudar. Lembre-se ajuda é sempre bem vinda, mas aprender é sua responsabilidade.

A vida precisa fluir, você precisa aprender. A não ajuda, querendo ou não é uma ajuda. É só você olhar de uma outra perspectiva.

Portanto no seu ciclo de desenvolvimento, pare e pense que ninguém é obrigado a viver a situação por você, a não ser você mesmo.

Abra uma concessão a você mesmo, e experimente a viver a SUA VIDA e deixar o outro viver a VIDA DELE. Cada um na sua, todos se ajudando, mas nunca terceirizando as responsabilidades.

E você pode perguntar, mas como vou saber se estou ajudando ou não determinada pessoa?

Muito simples: Pergunte ao seu coração. Ele saberá dizer quando você quer ou não fazer algo, e está absolutamente perfeito. Quando você quiser fazer algo ele ressoará com a situação, quando não, você não terá vontade de fazê-lo E POR MAIS QUE SEJA DIFÍCIL, dizer NÃO é bacana também. Como disse anteriormente, quando dizemos não ao outro, dizemos SIM A NÓS.

Comece ver as situações de fora e analise se você está realmente ajudando ou vivendo a vida do outro. Por mais que venha a nossa mente que estamos ajudando as pessoas, podemos estar, na verdade, atrapalhando, pois o outro precisa passar por aquele ciclo, da mesma forma que você já passou e eu ainda irei passar e cada um descobrirá a melhor forma de fechá-lo.

Ajude-o, com compaixão, mas lembre-se que a responsabilidade em aprender é dele e não sua

Pense nisso e veja se faz sentido.

Uma semana incrível a todos. Abraço forte.

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